SIMA TALKS 2025: digitalização e Inteligência Artificial no Agro

Em Buenos Aires, a SIMA apresentou o Módulo CLIMA e os mais recentes avanços em Inteligência Artificial. Usuários líderes compartilharam como a tecnologia está transformando a gestão agrícola na Argentina, com foco em rastreabilidade, precisão de dados e sustentabilidade.

Inovações em destaque: Módulo CLIMA

Na terça-feira, 5 de agosto de 2025, a SIMA reuniu consultores, produtores e especialistas em tecnologia agropecuária em uma nova edição do SIMA TALKS, realizada no espaço Workplace by IRSA, em Buenos Aires.

O encontro começou com as palavras de Agustín Rocha, CEO e cofundador da SIMA, que deu boas-vindas aos participantes e fez uma retrospectiva da evolução da empresa — de um app de monitoramento a uma plataforma completa e integrada de gestão produtiva.

A programação trouxe lançamentos de produtos, depoimentos de casos de sucesso em digitalização agrícola e um espaço de debate para projetar o futuro da agricultura.

Um dos grandes destaques foi a apresentação do Módulo CLIMA, solução criada para otimizar a gestão dos dados de chuva. A novidade permite integrar pluviômetros manuais a estações meteorológicas automáticas, centralizando informações cruciais em um único lugar. Além disso, inova ao lançar o primeiro agente de WhatsApp para registrar precipitações com apenas uma mensagem.

Outro lançamento de peso foi o SIMA GIS: a solução de agricultura de precisão da SIMA que possibilita realizar ambientações e prescrições diretamente na plataforma, de forma simples e acessível. Isso democratiza a agricultura por ambientes em diferentes escalas de empresas agrícolas.

“Nossa filosofia é que a SIMA forneça informações úteis e precisas”, destacou Gerónimo Oliva, CEO, cofundador e Product Manager, acompanhado por Daniela Rodríguez, Product Owner da agtech.

Casos de sucesso: digitalização em ação

Três líderes do agro compartilharam experiências reais sobre como a SIMA transformou a gestão de suas operações:

María Cames, responsável por tecnologia, inovação e sustentabilidade na Ledesma, relatou a integração total da gestão de mais de 50 mil hectares por meio da SIMA:
“A plataforma nos permitiu integrar a gestão dos campos como um único Ledesma”.
O grupo passou de medir perdas de colheita com fita métrica para um sistema digital preciso, antes e depois da colheita, identificando perdas financeiras e gerando protocolos para campo e certificações.

Representando o Ceibos Group, Juan Solano, líder de tecnologia e dados, destacou a rastreabilidade digital das pulverizações alcançada com a integração SIMA–AGRIEXPLORER: “Conseguimos deixar para trás a cultura do papel”, comentou com entusiasmo. O sistema é continuamente ajustado para atender novas necessidades e tornar os processos mais eficientes.

Juan Pablo Martín, gerente de agricultura de Los Grobitos, compartilhou sua experiência como participante do desenvolvimento do Módulo CLIMA: “Chuvas e lençóis freáticos eram fatores determinantes para definir estratégias de cultivo”. A ferramenta substituiu as ligações telefônicas para saber quanto havia chovido em cada talhão, trazendo dados exatos, até mesmo em áreas arrendadas, o que melhorou o planejamento e fortaleceu o compromisso com a inovação.

Debate, networking e visão de futuro

No fim da tarde, a dinâmica em grupo se transformou em um dos momentos mais ricos do evento. Produtores, consultores e especialistas em tecnologia agropecuária trocaram experiências, preocupações e visões sobre o futuro da digitalização no agro argentino e regional.

O espaço foi conduzido por Juan Marsigliani, consultor agrícola e referência em inovação digital, junto a Ignacio Pérez Macagno, líder da área de Consultoria da SIMA. Ambos promoveram um debate aberto sobre como as plataformas digitais de gestão agrícola e o uso da Inteligência Artificial no agro, com ferramentas como o ChatGPT, estão transformando práticas produtivas e a tomada de decisões no campo.

A conversa permitiu identificar as necessidades atuais dos produtores, os próximos passos para acelerar a digitalização e as melhorias contínuas consideradas essenciais para otimizar processos.

Ficou claro que adotar tecnologias digitais não significa apenas incorporar novas ferramentas, mas aprender a integrá-las estrategicamente na produção. Assim, o agro se prepara para dar um salto de qualidade em competitividade, sustentabilidade e eficiência no uso dos recursos.

O evento terminou com um coquetel em um rooftop portenho, promovendo networking, troca de ideias e a criação de novas conexões em um ambiente descontraído.

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