{"id":1279,"date":"2022-11-16T12:55:53","date_gmt":"2022-11-16T15:55:53","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.sima.ag\/?p=1279"},"modified":"2023-01-03T11:11:22","modified_gmt":"2023-01-03T14:11:22","slug":"a-otimizacao-de-insumos-atraves-de-ferramentas-digitais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/2022\/a-otimizacao-de-insumos-atraves-de-ferramentas-digitais\/","title":{"rendered":"A otimiza\u00e7\u00e3o de insumos atrav\u00e9s de ferramentas digitais"},"content":{"rendered":"\n<p>Segundo a Embrapa, apenas 17,5% dos produtores utilizam imagens digitais como  drones e sat\u00e9lites para auxiliar nas tomadas de decis\u00e3o na propriedade, este \u00e9 um valor que apresenta grande potencial para expans\u00e3o, tendo em vista que o Brasil \u00e9 refer\u00eancia em produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. Neste cen\u00e1rio, utilizar imagens digitais para melhorar a gest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 mais do que uma forma de diferencia\u00e7\u00e3o, mas uma chave para otimizar as decis\u00f5es de forma assertiva.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea utiliza todo o potencial das imagens com o \u00edndice NDVI? Sabe como podem auxiliar na otimiza\u00e7\u00e3o da aplica\u00e7\u00e3o de insumos?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As imagens satelitais possibilitam a gera\u00e7\u00e3o de \u00edndices que permitem uma melhor gest\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, sendo um dos principais o NDVI, proveniente da sigla inglesa Normalized Difference Vegetation Index. Este \u00edndice se refere \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o do teor de biomassa fotossinteticamente ativa de cada talh\u00e3o, indicando o estado vegetativo e vigor da cultura.<\/p>\n\n\n\n<p>Na plataforma da SIMA o \u00edndice varia de 0 a 1, sendo que valores pr\u00f3ximos de 0 indicam solos descobertos, enquanto valores maiores, pr\u00f3ximos de 1 indicam plantas fotossinteticamente ativas e com maior biomassa.<\/p>\n\n\n\n<p>O processamento destas imagens resulta em um histograma que divide o talh\u00e3o em ambientes, separados por colora\u00e7\u00f5es que indicam \u00e1reas em diferentes condi\u00e7\u00f5es. Cores mais verdes correspondem a locais de alta densidade vegetativa, produtivos e com plantas sadias. Enquanto as colora\u00e7\u00f5es que caminham para o vermelho est\u00e3o ligadas a locais com menor biomassa, podendo indicar potenciais adversidades que afetam o desenvolvimento da cultura, sinalizando regi\u00f5es importantes para serem monitoradas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"449\" src=\"https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-1024x449.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1280\" srcset=\"https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-1024x449.png 1024w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-300x132.png 300w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-768x337.png 768w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-450x197.png 450w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11-1360x596.png 1360w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndv11.png 1430w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><br><em>No talh\u00e3o acima h\u00e1 uma desuniformidade nos ambientes, com destaque para as \u00e1reas em vermelho, que indicam regi\u00f5es com menor biomassa vegetal, apontando locais para direcionar os esfor\u00e7os de monitoramento, a fim de&nbsp;averiguar a poss\u00edvel presen\u00e7a de alguma adversidade e otimizar os insumos.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Como definir os ambientes em um histograma?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 uma quantidade espec\u00edfica para a defini\u00e7\u00e3o de ambientes, que varia de acordo com a interpreta\u00e7\u00e3o, conhecimento do talh\u00e3o, cultura plantada, est\u00e1gio e precis\u00e3o almejada. O importante \u00e9 saber o que cada uma destas divis\u00f5es das \u00e1reas significa, para assim poder identificar locais que potencialmente necessitem de averigua\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o de falhas, visando reduzir as perdas e manter boa produtividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal an\u00e1lise \u00e9 de grande valia, pois permite um maior controle sobre a produ\u00e7\u00e3o, facilitando o acompanhamento e a tomada de decis\u00f5es. As poss\u00edveis utiliza\u00e7\u00f5es desta ferramenta s\u00e3o in\u00fameras, como medir a biomassa e a sa\u00fade do cultivo, acompanhar quest\u00f5es ambientais, identificar focos de pragas e doen\u00e7as, falhas de plantio, locais com estresse h\u00eddrico ou defici\u00eancia nutricional, estimar produtividade e colheita, mapear o padr\u00e3o da cultura, direcionar times de campo, etc.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao correlacionar o local apontado nas imagens com as informa\u00e7\u00f5es coletadas na \u00e1rea, atrav\u00e9s de an\u00e1lises de solo e monitoramento, pode-se ent\u00e3o identificar o fator a ser corrigido especificamente no local da falha, otimizando a aplica\u00e7\u00e3o de insumos e potencializando a produtividade total.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ademais, o acompanhamento frequente do cultivo por imagens NDVI permite avaliar o desenvolvimento vegetativo da cultura no talh\u00e3o de maneira remota, atrav\u00e9s da compara\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o das porcentagens dos ambientes por toda a esta\u00e7\u00e3o de crescimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"480\" src=\"https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-1024x480.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1281\" srcset=\"https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-1024x480.png 1024w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-300x141.png 300w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-768x360.png 768w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-450x211.png 450w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3-1281x600.png 1281w, https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/ndvi3.png 1430w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><br><em>Atrav\u00e9s da fun\u00e7\u00e3o de compara\u00e7\u00e3o das imagens satelitais, observamos o desenvolvimento do talh\u00e3o em duas datas diferentes, permitindo acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o do cultivo.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a utiliza\u00e7\u00e3o das avalia\u00e7\u00f5es de NDVI \u00e9 um grande diferencial, pois permite inferir sobre a efici\u00eancia de aplica\u00e7\u00f5es fitossanit\u00e1rias, compara\u00e7\u00f5es de cultivares e manejos, embasando ainda mais o entendimento das diferen\u00e7as dos manejos e trazendo seguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s escolhas a serem feitas.<\/p>\n\n\n\n<p>A<strong> assertividade nas decis\u00f5es<\/strong> \u00e9 fundamental para uma <strong>boa colheita<\/strong>, ter informa\u00e7\u00f5es confi\u00e1veis <strong>otimiza a aplica\u00e7\u00e3o de insumos<\/strong> e gera <strong>resultados mais produtivos<\/strong>. A agricultura brasileira tem avan\u00e7ado cada vez mais em n\u00edveis <strong>tecnol\u00f3gicos<\/strong>, possuir uma <strong>base de registros<\/strong> dos monitoramentos e manejos j\u00e1 \u00e9 essencial, e neste \u00e2mbito a ado\u00e7\u00e3o de<strong> ferramentas digitais<\/strong> tem se demonstrado um grande <strong>diferencial<\/strong> frente ao mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>A SIMA \u00e9 uma importante ferramenta da agricultura digital para gerenciar os cultivos, atrav\u00e9s dele pode-se ter uma vis\u00e3o integrada do campo, permitindo um melhor planejamento, coleta e gest\u00e3o de dados para uma produ\u00e7\u00e3o eficiente. Para mais informa\u00e7\u00f5es acesse: www.sima.ag<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a Embrapa, apenas 17,5% dos produtores utilizam imagens digitais como drones e sat\u00e9lites para auxiliar nas tomadas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":898,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"content-type":"","_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":"","footnotes":""},"categories":[146],"tags":[],"class_list":["post-1279","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/blog.sima.ag\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/SIma_019.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1279"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1279"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1279\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1576,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1279\/revisions\/1576"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/898"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.sima.ag\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}